Aqui vos deixo uma imagem que vi e achei mesmo que deveria partilhar com vocês 🤍

É curioso como o movimento, por mais desconfortável que seja, acaba por magoar menos do que a estagnação. A dor de sair da zona de conforto é intensa, mas passageira. São os músculos a “queixar-se”, a mente a resistir, o corpo a protestar contra o desconhecido. Mas essa dor é honesta: vem, ensina, fortalece e depois passa.

Já a dor de ficar parada é traiçoeira. Chega devagar, mascarada de segurança, de “mais tarde faço isso”, de “agora não é altura”. E o tempo passa. O que era um simples momento de pausa transforma-se numa semana de indecisão, num mês de medo, e quando damos por nós, passou um ano,ou vários…. Com sonhos adiados, vontades engolidas, e uma alma pesada de arrependimentos silenciosos.

Ficar parada dói, mas é uma dor muda. Uma dor que não se vê, mas que consome por dentro. Porque, no fundo, sabemos: podíamos ter tentado. Podíamos ter arriscado, mexido, falhado, aprendido. Mas escolhemos o conforto da imobilidade e pagámos o preço com o tempo, esse que nunca volta atrás. Por isso sou muito agradecida por vos ter aqui a lutar por vocês!

Sim, mexer dói. Mas é a dor de quem está vivo. A dor de quem quer mais. De quem não se contenta com apenas existir. Porque viver, viver a sério, exige esforço, coragem e a vontade de enfrentar dores que só os que se atrevem alguma vez conhecem 🤍 obrigada por estarem a lutar por vocês!